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Categoria: Artigos

  • O que é potencia RMS

    O que é potencia RMS

    Você vai entender agora de uma vez por todas o que é potencia RMS. Você já se perguntou por que algumas caixas de som são capazes de produzir um som mais alto e claro do que outras? Será que elas têm algum tipo de superpoder ou é apenas um truque de marketing? A resposta está em algo chamado potência RMS!

    Mas o que diabos é essa tal de potência RMS? Não se preocupe, não é nenhuma teoria complexa ou coisa do tipo. Na verdade, é muito mais simples do que imagina.

    Imagine que você está em um show, com uma banda tocando ao vivo. Você consegue sentir as vibrações do som na sua barriga, no seu peito, no seu coração! Mas como é que isso acontece? Basicamente, as caixas de som da banda recebem um sinal elétrico, que é transformado em ondas sonoras que chegam até os seus ouvidos.

    A potência RMS é uma medida da potência elétrica efetiva de um sinal. Em outras palavras, é uma forma de medir a quantidade real de energia elétrica que está sendo transmitida pelo equipamento de som.

    Imagine que você está em casa, um local silencioso, e quer ouvir uma musiquinha para animar o dia. Você pega sua caixinha de som e coloca no volume mínimo e tudo bem. Mas de repente, você precisa lavar a louça e você mal consegue ouvir a musica. Você aumenta ao máximo sua fraca caixinha e o som está tão ruim que parece que você está ouvindo uma versão cover de uma música que você ama.

    Agora, imagine que você está em um festival de música, com aquelas caixas de som gigantescas e um som tão alto que você quase perde a audição. É o oposto da situação anterior.

    É aí que entra a potência RMS. Quando um equipamento de som tem uma potência RMS alta o suficiente, ele é capaz de produzir um som alto e claro, sem distorções ou ruídos estranhos. Isso significa que você vai poder ouvir a sua música favorita com qualidade, mesmo em volume alto.

    E não se deixe enganar por marcas que prometem potências altíssimas, mas que na prática não entregam nada disso. A potência RMS é uma medida precisa e confiável da capacidade de um equipamento de audio.

    Então, da próxima vez que você estiver procurando um novo equipamento de som, não se esqueça de checar a potência RMS. Use com sabedoria este conhecimento jovem padawan!

    Veja um vídeo de como medir os parâmentros de um altofalante:

    ver no youtube – Clique aqui

    Veja 10 curiosidades sobre o que é potência RMS:

    1. Potencia RMS é uma sigla para Root Mean Square, que traduzido para o português significa Raiz Quadrada Média. Essa medida é utilizada para descrever a potência de um sinal elétrico, como o som.
    2. A medida RMS é importante no áudio porque ela representa a potência real do sinal elétrico que alimenta um alto-falante ou fone de ouvido. Ela é uma medida mais precisa do que outras, como a potência de pico ou a potência média.
    3. A potência RMS é calculada a partir da amplitude do sinal elétrico. Isso significa que ela leva em conta tanto os picos mais altos quanto os picos mais baixos do sinal. Ela também considera o fato de que o sinal elétrico flutua constantemente, em vez de ser constante.
    4. No som, a potência RMS é medida em watts. Ela pode ser usada para descrever tanto a potência do sinal elétrico que alimenta um alto-falante quanto a potência sonora que o alto-falante emite.
    5. A potência RMS é importante porque ela está diretamente relacionada ao volume e à qualidade do som que um alto-falante ou fone de ouvido pode produzir. Quanto maior a potência RMS, mais alto e mais claro será o som.
    6. A potência RMS não deve ser confundida com a potência de pico, que é a potência máxima que um sinal elétrico pode alcançar. A potência RMS é uma medida mais precisa e útil para descrever a potência real de um sinal.
    7. A maioria dos amplificadores de áudio tem uma potência RMS especificada. Isso ajuda a garantir que o amplificador seja capaz de fornecer energia suficiente para alimentar o alto-falante ou fone de ouvido corretamente.
    8. É importante observar que a potência RMS não é a única medida de qualidade de som. Outros fatores, como a impedância do alto-falante e a sensibilidade do fone de ouvido, também influenciam no som produzido.
    9. Alguns fabricantes de equipamentos de som podem exagerar a potência RMS em suas especificações para parecerem mais potentes do que realmente são. Por isso, é importante comprar equipamentos de fabricantes respeitáveis e confiáveis.
    10. Em resumo, a potência RMS é uma medida importante de potência de som em equipamentos de áudio. Ela representa a potência real do sinal elétrico que alimenta um alto-falante ou fone de ouvido e é uma medida mais precisa e útil do que outras, como a potência de pico ou a potência média.

    Veja também:

  • A Arte Milenar da Cutelaria

    A Arte Milenar da Cutelaria

    A arte da cutelaria tem ganhado cada vez mais adeptos pelo mundo. Resgatar os valores de paciência e perfeição ao se malhar o ferro até obter uma peça que carrega toda a força empregada em seu feitio é desejado por muitos puristas e consumidores que esperam ter produtos com muito personalidade e valor. Programas de TV e artesãos descobriram este filão. E o mais interessante é que malhar o ferro não é uma realidade muito distante de nós. Pelo contrário, tal habilidade está forjada no nosso DNA.

    Desde que o Homem descobriu como trabalhar o ferro, aproximadamente a 1200 anos A.C. a profissão do ferreiro é coberta de mistério e misticismos. Dobrar algo que é mais forte que o Homem era tarefa para feiticeiros, pensavam.

    Na pintura de Rubens Vulcano, o Raio de Júpiter [Zeus da mitologia grega] sendo forjado.

    Ferreiro forjando os raios de jupter

    Mas já se malhava metal bem antes disso. O cobre, primeiro metal dominado pelo Homem já era conhecido a pelo menos 4500 anos A.C.

    Para aqueles povos , o metal vinha como solução para poder construir armas e ter mais êxito na caçada e na defesa do território, produzir objetos sacros e posteriormente, adornos.

    artefatos de batalha da idade do Bronze
    University of Göttingen

    Temos visto muitos artesãos, que em seu tempo livre acabam por criar um negócio lucrativo criando peças magníficas, enviando-as para todos os cantos do mundo.

    Se você está buscando algo assim, usar seu espaço para conseguir uma renda extra ou até, fazer disto sua renda principal, aproveite agora o momento. Muitos cursos estão pipocando por aí, e fazer um é essencial neste ramos cheio de segredos.

    Fique ligado nos próximos artigos, iremos trazer mais dicas de autoprodução para você poder aumentar sua renda de forma criativa!

    Conheça outros cursos que garimpamos para você se reinventar, e obter uma renda extra

  • Esqueça o Preço – 5 formas de criar valor em seus produtos e serviços

    Esqueça o Preço – 5 formas de criar valor em seus produtos e serviços

    Esta é uma abordagem interessante, pois muitas vezes nos concentramos tanto em determinar o preço adequado para nossos produtos ou serviços, que esquecemos de considerar outras formas de criar valor para nossos clientes. Vamos descobrir algumas estratégias que podem nos ajudar nessa tarefa!

    Aqui está o ponto chave: é fundamental compreender a diferença entre valor e preço. Quando falamos de valor, estamos nos referindo ao quanto seu produto é desejado e apreciado pelos clientes. Já o preço é o valor monetário que você vai cobrar por ele. Manter o valor do seu produto é crucial para garantir um lucro satisfatório.

    1-Qualidade excepcional:

    Investir na qualidade dos seus produtos ou serviços é uma maneira infalível de criar valor. Os clientes estão dispostos a pagar mais quando percebem que estão adquirindo algo de alta qualidade, durável e confiável. Certifique-se de que seus produtos atendam ou até mesmo superem as expectativas dos clientes em termos de desempenho, durabilidade e acabamento.

    2-Experiência do cliente:

    A experiência que você proporciona aos seus clientes pode fazer toda a diferença. Foque em tornar cada interação com sua marca memorável e agradável. Isso inclui desde o atendimento ao cliente até a facilidade de uso do seu site ou loja física. Invista em treinamento para sua equipe, crie um ambiente acolhedor e esteja sempre disponível para ajudar. Uma experiência positiva fará com que os clientes se sintam valorizados e propensos a retornar.

    3-Personalização:

    As pessoas adoram se sentir únicas e especiais. Oferecer produtos ou serviços personalizados é uma ótima maneira de criar valor. Considere opções de customização, permitindo que os clientes escolham cores, tamanhos, designs ou recursos específicos de acordo com suas preferências individuais. Essa abordagem mostra que você se importa em atender às necessidades exclusivas de cada cliente, gerando um forte vínculo emocional.

    4-Inovação:

    A capacidade de inovar e trazer algo novo ao mercado é uma forma poderosa de criar valor. Esteja atento às tendências e necessidades emergentes do seu público-alvo e busque constantemente maneiras de melhorar seus produtos ou serviços. Pense além do convencional e ofereça soluções criativas e únicas. A inovação demonstra que você está à frente da concorrência e se esforça para oferecer algo verdadeiramente valioso aos seus clientes.

    5-Responsabilidade social:

    Cada vez mais, os consumidores estão valorizando marcas que demonstram responsabilidade social e sustentabilidade. Envolver-se em iniciativas sociais, apoiar causas relevantes e adotar práticas comerciais éticas pode gerar um diferencial significativo para sua marca. Mostre aos seus clientes que você se preocupa com o bem-estar da sociedade e do meio ambiente, e eles se sentirão orgulhosos em apoiar sua empresa.

    Lembre-se de que o preço não é o único fator que determina o valor percebido pelo cliente. Ao implementar essas estratégias, você criará um vínculo mais forte com seus clientes, aumentará a lealdade e, consequentemente, terá mais flexibilidade para estabelecer preços que reflitam o valor que você oferece. Foque em criar valor e o preço se tornará um aspecto secundário na mente dos seus clientes.

  • 5 livros para entender Design

    5 livros para entender Design

    É normal ficar perdido quando o assunto é Design. São tanto caminhos e problemas que esta profissão se envolve que as vezes é necessário parar e voltar ao básico. Excelente oportunidade para quem está curioso para conhecer um pouco mais sobre o tema. Seguem livros introdutórios, onde realmente você não precisa ser da área para entender e de divertir.

    #1-A Empresa Orientada Pelo Design – Marty Neumeier

    Livro sobre as vantagens de utilizar o Design na administração de empresas

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    Marty Neumeier consegue comunicar o que qualquer design sabe tacitamente fazer. O diferencial do livro é o senso de urgência que ele consegue imprimir a qualquer líder de empresa. Inove pelo design ou seja mais um liderando sua empresa por meio de soluções existentes com problemas também existentes que não criam valor real ao consumidor e usuário final. Se sua empresa quer oferecer um diferencial que coloque sua empresa a frente da concorrência então inove. Não sabe como começar, o livro dá ótimos motivos para você deixar suas preocupações de lado e partir para incorporação do design thinking à cultura organizacional da sua empresa.

    #2-Design Emocional – Donald A. Norman

    quais as potencialidades do design

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    Partindo do princípio dos três tipos de design – o visceral, o comportamental e o reflexivo -, o Donald A. Norman define o que é o ‘Design emocional’ – que intitula o livro -, estética que nos repulsa ou atrai a determinado produto. Utilizando exemplos que fazem parte do dia-a-dia da maioria das pessoas, como a interação com computadores, a produção e o uso de fotografias e os objetos comprados em viagens, o autor explora a grande dúvida que aflige as pessoas – saber se as coisas bonitas realmente funcionam melhor do que as feias.

    #3-Design para o mundo real – Victor Papanek

    Victor Papanek

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    Difícil de encontrar em português. Talvêz se encontre a sua versão em espanhol, mas este livro de Victor Papanek, desde que apareceu a 25 anos atrás, se tornou um clássico. É o livro mais lido hoje em dia sobre design. Victor examina as tentativas do design combater a mediocridade, insegurança, falta de utilidade das coisas, mas propondo o necessário para a sensibilidade e responsabilidade para o projeto de design.

    #4-Design Thinking – Tim Brown
    Livro essencial sobre o design praticado nos escritorios da IDEO

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    Este livro introduz a ideia de Design Thinking, um processo colaborativo que usa a sensibilidade e a técnica criativa para suprir as necessidades das pessoas não só com o que é tecnicamente visível, mas com uma estratégia de negócios viável.
    Em resumo, o Design Thinking converte necessidade em demanda.

    É uma abordagem centrada no aspecto humano destinada a resolver problemas e ajudar pessoas e organizações a serem mais inovadoras e criativas.
    Escrito numa linguagem leve e embasada, este não é um livro de designers para designers, e sim uma obra para líderes criativos que estão sempre em busca de alternativas viáveis, tanto funcional quanto financeiramente, para os negócios e para a sociedade.

    Neste livro, Tim Brown, CEO da celebrada empresa de inovação e design IDEO, nos apresenta o design thinking.
    O design não se limita a criar objetos elegantes ou embelezar o mundo a nosso redor.
    Os melhores designers compatibilizam a exigência com a utilidade, as restrições com a possibilidade e a necessidade com a demanda.

    #5-Design do dia-a-dia – Donald A. Norman
    Livro classico para os estudantes de design

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    Por que alguns produtos satisfazem os consumidores, enquanto outros os deixam completamente frustrados? Em O design do dia a dia, o especialista em usabilidade Donald A. Norman analisa profundamente essa questão, mostrando que a dificuldade em manipular certos produtos e entender seu funcionamento não é causada pela incapacidade do usuário, mas sim por uma falha no design do que foi fabricado. Para o autor, design é mais do que dar uma bela aparência a alguma coisa: é um ato de comunicação, que transmite a essência da operação do objeto e implica o conhecimento do público para o qual ele foi criado. Ao longo dos capítulos, Donald A. Norman dá exemplos de produtos adequados e inadequados, além de mostrar de que forma o excesso de tecnologia pode comprometer a facilidade de utilização do que foi fabricado. Ele também ressalta a importância do poder de observação. Sabendo olhar com atenção a si mesma e aos outros, cada pessoa se torna capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população em geral. Um observador cuidadoso consegue identificar as falhas de cada artigo ou serviço e apontar possíveis soluções para os problemas. Segundo o autor, um bom design reúne prazer estético, arte e criatividade, sem deixar de ser fácil de operar e de usar. As dicas, análises e considerações reunidas em O design do dia a dia tornam sua leitura interessante não só para quem trabalha com a fabricação de produtos, mas para todos nós, que diariamente temos que lidar com as engenhocas criadas por nossos semelhantes.

  • Como Assim, Design?

    Como Assim, Design?

    O que é design? Como estudante de design, esta é uma pergunta que escuto com frequência, e tenho certeza você já se fez.

    Não se engane pelo tamanho da palavra. Design não é tão simples de explicar. Para começar, design é uma palavra que não tem tradução direta para o português. Não, design não significa desenho. A origem desta palavra tem relação com ‘significado’ (Sign, em inglês) algo mais como ‘designar’, ‘dar significado’.

    Já é um conceito interessante e revelador, até filosófico, mas neste momento gostaria de permanecer na camada mais prática, que venha a lhe dar uma boa idéia de por que cargas d’agua o nome deste profissional, dia ou outro, aparecerá rondando seu negócio.

    Grandes empresas já consideram seus departamentos de design como estratégicos. O designer utiliza de criatividade e outras ferramentas para lidar com o projeto das coisas e serviços que usamos e interagimos todos os dias. Ele concebe significados, usos, funções e até a forma estética de objetos.

    A placa de trânsito, eletrônicos, o sapato em seus pés, e até o fluxo de atendimento no seu banco. Todas estas coisas tem em comum um aspecto: Foram feitas para se relacionar com pessoas. E você interage com elas, por bem ou por mau. Durante nosso dia nos relacionamos com objetos e serviços de toda natureza. Alguns nos ajudam muito, outros nem tanto. E podemos dizer sem exageros que nossas melhores experiências de uso são na verdade fruto de bons projetos de design. Quando este sucesso é obtido de forma intencional, sabemos que se valeram de uma das mais importantes características do processo de design: A empatia – se colocar no lugar do outro.

    IDEO MOUSE

    Aqui sem demagogias, trata-se da capacidade do projetista vestir-se na pele do outro para enxergar as suas necessidades que direcionam e motivam o projeto. A empatia é a meu ver a “pedra filosofal” do designer. É uma habilidade que dificilmente nasce pronta no indivíduo, pois é diferente daquela empatia, virtude da alma, que desejamos a todos os seres humanos. Estamos falando de uma mistura de competências técnicas, capacidade de observação, experiência e repertório, que pelo trabalho do designer, transformam aquilo que seria um mero objeto, em um canal de comunicação com outra pessoa. Este é o diferencial deste profissional, que projeta observando aspectos culturais, ergonômicos, psicológicos, normativos, para obter a melhor conexão com o usuário.

    Quando o design surgiu, veio resolver uma necessidade industrial de fabricação de objetos, uma demanda cada vez maior e desafiadora. Mas sempre surgem problemas novos. Hoje departamentos de design são considerados estratégicos. Já vemos designers auxiliando departamentos a aplicarem ações dentro de grandes empresas.

    Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

    Isto se deve a percepção que o método de solução de problemas que este profissional domina, pode ser empregado a outros campos do conhecimento. Por este motivo empresas que buscam inovação e processos melhores, empregam designers em diversas áreas do seu negócio, por reconhecer que este pode auxiliar principalmente no projeto de experiências melhores tanto para os clientes externos como para os internos.

    O que achou? Nos próximos artigos pretendo detalhar melhor o trabalho do designer. Gostaria de conhecer melhor algum aspecto? Deixe nos comentários!

  • Tratamento atóxico em madeiras

     

    Visando oferecer produtos o mais amigáveis possível, recomenda-se que os itens em madeira sejam protegidos com materiais de baixa toxidade ou mesmo atóxicos. Normalmente estes meios de proteção mais naturais foram abandonados da indústria por serem um pouco mais demorados de se aplicar e em casos de produtos que ficam ao tempo, necessitam de reaplicações frequentes. Contudo pode-se ter certeza que não estará levando para dentro de casa solventes perigosos para sua família.

    A forma de proteção de madeira mais simples é a aplicação de óleos. No caso recomendamos o óleo de linhaça:

    ScreenHunter_288

    Na madeira seca, faça o lixamento da superfície com lixa 200 e posteriormente lixa 400. Busque a uniformidade, eliminando farpas e possíveis desalinhamentos.

    Inicie aplicado com um papel absorvente embebido, diretamente sobre a madeira .

    Pessoa aplicando óleo de linhaça em uma peça de madeira
    Após impregnar a superfície, enxugue o excesso de óleo , para que não formem poças.
    aplicação de óleo de linhaça sobre madeira

    superficie da caixa acústica acetinada com óleo de linhaça

     

     

     

    DSC06377Após a secagem total do óleo que pode levar de um dia a uma semama, pode-se aplicar cera natural, à base de carnaúba e cera de abelha, obtendo-se um bonito acabamento uniforme e com brilho acetinado.
  • O que acontece quando se investe no conhecimento?

    O que acontece quando se investe no conhecimento?

     

    Investimento em ciência e tecnologia, educação de qualidade:

  • 10 programas grátis indispensáveis para inventores

    10 programas grátis indispensáveis para inventores

     

    Chris Anderson em seu livro “A cauda longa” alertou que os grandes hits já não tem o mesmo apelo que tinham no passado. Sejam as grandes gravadoras, editoras de best-sellers, estúdios de hollywood ou fabricantes de softwares, todos hoje dividem o mercado com todo um universo de opções oferecidas principalmente pela internet. Muitas vezes, as opções que o cliente tem acesso são mais adequadas, mais baratas ou até mesmo grátis.

    Um dos maiores benefícios que a internet oferece é sem dúvida a possibilidade de procurar e utilizar ferramentas que antes eram disponíveis somente a profissionais especializados e a um custo altíssimo.
    Lembro-me por exemplo que programas de desenho técnico como o Autocad por exemplo, só estavam disponíveis para arquitetos e engenheiros em grandes escritórios de projeto.

    Atualmente existem diversas ferramentas grátis (freewares e opensource) disponíveis, e com capacidades que podem até superar softwares pagos. Vou tentar listar algumas que podem ser úteis para quem desenvolve algum produto.

     

     

    1-Draftsight:draftsign

    Como já citei o Autocad, conhecido programa que apesar de ter capacidades para criar em 3D, dominou mesmo o universo de desenhos técnicos para arquitetura, engenharia e projetos mecânicos. Há várias alternativas FREEWARE, mas apresento o 3DS draftsight, mesma empresa do Solidworks.


     

    2-Blender: blender

    Modelagem virtual e animação 3d que rivaliza com os maiores do mercado.


     

    3-FreeCad:

    FreeCAD é um software de modelagem 3D para bater de frente com concorrentes como solid works e inventor, produzindo arquivos para serem usados na indústria metal mecânica, design e no desenvolvimento de produtos

     


     

    4-Cfd studio: cfdstudio

    Está com um problema de escoamento ou condução de calor de difícil solução nas mãos? Tente usar o CFD studio , software brasileiro desenvolvido pelo departamento de engenharia mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina.

     


     

    5-Scilab: scilab

    Poderoso como seu similar o Matlab, é dedicado à solução de problemas matemáticos e científicos por meio de uso de métodos numéricos e simulações.

     


     

    6-Gimp:ScreenHunter_455

    Nada de photoshop pirata, use o GIMP (The GNU Image Manipulation Program) que atente a quase todas as necessidades dos usuários de photoshop.

     


     

    7-Scketcup:sketchup

    Já conhecido disponibilizado pelo Google, o software é capaz de realizar modelagem 3d rápida e geolocalizada. Grande biblioteca on-line de objetos.

     


     

    8-Freemind: freemind

    organize seus pensamentos e projetos com essa ferramenta de mapa mental.

     


     

    9-Openproj: opemproj

    qualquer projeto necessita ser gerenciado. O openproject apresenta uma alternativa aos lideres de mercado Primavera e Microsoft project.

     


     

    10-Openfoam(Linux):

    openfoam

    Analise de escoamentos de flúidos por volumes finitos (computational fluid dynamics CFD). Ferramenta muito poderosa, porém é necessário ter algum conhecimento na área para se tirar maior proveito. Talvêz possa-se eleger como seus similares pagos , os softwares: Ansys, Star ccm ou Fluid.

    Em breve voltaremos para falar de novas ferramentas totalmente opensource voltadas para engenheiros e pesquisadores.

  • Empresa brasileira destaca-se em desafio robótica da DARPA

    Empresa brasileira destaca-se em desafio robótica da DARPA

    Robonauta da nasa halteresUma empresa brasileira está se destacando dentre as equipes participantes do desafio de robótica da DARPA, nos Estados Unidos. A DARPA é uma agencia americana de fomento de projetos avançados e pesquisas militares. Alguns já devem ter ouvido falar no Urban Challenge, também fomentado pela agência, o qual colocam-se à prova veículos robôs de navegação autônoma através de obstáculos urbanos comuns a todos nós. Pois agora a Agencia estará premiando a equipe que obter melhor desempenho no desenvolvimento de robôs humanóides.

     

    A Mogai é uma empresa de tecnologia que desenvolvem projetos e conta com apoio de agencias de fomento como a FINEP. Nesta etapa da competição os competidores deverão simular um protótipo virtual fornecido pela DARPA, competindo com equipes como a NASA e MIT. A equipe brasileira que também possui integrantes a UFES, montou o sistema operacional do robô que deverá funcionar um robô real no futuro. O vencedores da competição levarão US$ 2 Milhoes.
    O robô humanoide deverá realizar atividades comuns, como dirigir, caminhar por terrenos difíceis, Usar ferramentas e equipamentos de resgates comuns, feitos para serem usados por humanos.

     

    Outra empresa Americana recentemente apresentou seu robô, chamado Petman. A boston Dynamics desenvolve Máquinas autônomas para diversas misões e também tem o fomento da DARPA. veja os vídeos:

     

     

     

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  • Como se joga o lixo no Japão

    Infelizmente não me lembro mais quem me enviou a figura abaixo, mas deixo o espaço para que se manifestem caso souberem de onde surgiu. Lembro-me que esta pessoa explicou que esteve no Japão e lá existem normas para se dispor do lixo. E a prefeitura trata de deixar a todos informados sobre isso por meio das instruções, brilhantemente traduzidas por esse nosso colega misterioso.

    folha com instruçoes para dispor lixo no japão

    Agora fico pensando o quanto ainda estamos distantes de uma sociedade melhor. Não por não sermos capazes de fazer algo semelhante, mas por não ver a mínima disposição de nossos governantes para tal.