Para quem se lembra da saudosa marca Gradiente, achei os alto falantes GRADIENTE de 150Watts e montei nas caixas de som linha de transmissão. A muito procurava alto falantes com frequência de ressonância mais baixa e um melhor controle de cone para aplicar no projeto da caixa de som em linha de transmissão. Estes falantes da gradiente cairam como uma luva. Aparenta ser um estoque antigo e consegui os 3 pares disponíveis, dos quais 2 pares coloquei a venda pela nossa loja no mercado livre: https://www.mercadolivre.com.br/perfil/ECOPROJETOS_DESIGN
Quantas vezes você já se deparou com altofalantes antigos ou desconhecidos e por falta de informações mais precisas, acabou por encosta-los, ou até fez alguma caixa, mas ficou sempre naquela sessação que ele poderia gerar um resultado bem melhor? pois então neste vídei irei mostrar como obtive os parâmentros de um altofalante gradiente, dobrando seu valor tanto para uso em projetos pessoais, como para revenda.
Veja também a caixa que construí para eles: Vídeo da caixa com falantes gradiente: • Teste da caixa de…
Dando uma variada nos projetos, afinal, Precisamos organizar nossas traquitanas rsrsrs: faça você mesmo uma estante de vergalhão. Um projeto de decoração criativo e versátil para que você possa personalizar e mudar a cara de seus ambientes com estilo. Nesta primeira parte: introdução e sobre o gabarito.
Porque a Sony faria uma caixa de som de plástico, enquanto outros grandes fabricantes estavam fazendo caixas de madeira? Agora é hora de abrir e conhecer por dentro desta curiosa caixa acustica Sony com radiador passivo. Veja o vídeo:
Já viu uma caixa de som do tipo Radiador Passivo? esta caixa de som Sony que aparenta ser da década de 70 é um inusitado e raro modelo que encontrei em um rolo. Veja no vídeo como ela toca e na segunda parte , veja seu estado de conservação por dentro. Depois veja a segunda parte deste vídeo clicando aqui
Sabe mais sobre este Cd Player Pioneer PD-M510? Seria boa aquisição fonte hi-fi para os testes dos próximos projetos de caixas de som? Deixe nos comentários se na sua opinião compensaria repara-lo e qual seria o provável defeito?
Neste vídeo irei mostrar como recuperar sites antigos que possuiam informações valiosas mas que foram fechados, como alguns links que serviram de referência para escrever esta apostila.
-Construa caixas dutadas com alto falantes de alta sensibilidade para utilizar em palcos, teatros, instrumentos musicais, trio elétrico automotivo e ao ar livre. Não use alto-falantes automotivos para fazer estas caixas, pois estes tem baixa sensibilidade.
-Uma caixa mal vedada pode perder até 10dB no resultado final, sele bem a caixa por dentro, até mesmo se esta for dutada.
-Softwares que analisam o deslocamento do cone do falante necessitam de mais dados do que simplesmente Vas, Qts e Fs. Repare que os problemas com deslocamento ocorrem em freqüências muito baixas, de modo que você pode resolver abaixando um pouco o nível dos graves no aparelho de som.
-Alto falantes pequenos movimentam muito pouca massa de ar, portanto se quiser graves de 40Hz em locais maiores que seu quarto, esqueça os de 5″. principalmente se tiverem pouca excursão.
-Se quiser impressionar, procure descobrir a freqüência de ressonância do local onde você quer tocar sons graves e construa uma caixa com um pico de resposta nesta freqüência. Apesar da batida forte da caixa na região do pico, bom para músicas dançantes, a extensão de graves ficará prejudicada. E a audição prolongada pode causar fadiga devido ao “som de barril”.b
-Nas bass-relfex os dutos podem ficar para trás da caixa, desde que você não a encoste na parede. não permita que extremidade interna do duto fique próximo das paredes da caixa (pelo menos um diâmetro de dist.), e o posicione o mais distante possível do alto-falante.
-Carros grandes, do tipo tres volumes, não transferem bem os graves do porta-malas para o interior do veículo. O ideal é construir uma caixa band-pass, coloca-la no porta-malas e fazer uma passagem para comunicar o duto com o habitáculo.
-Quando dois ou mais alto falantes estão ligados juntos, lembre-se de observar a impedãncia resultante, para que seja compatível com a impedância de amplificador. Veja o link nº 23
-Se os alto falantes estiverem ligados juntos, via divisor de freqüências, Ex: um tweeter, um woofer e um mid-range, todos de 8ohms de impedância, a resultante também será 8ohms pois devido ao divisor, o amplificador “enxerga” cada falante individualmente.
-Músicas populares possuem suas batidas graves perto de 70Hz, ao projetar caixas que toquem ao ar livre e locais amplos, procure criar um pico de no máximo 4dB nesta região.
-Amplificador mais potente que o alto falante não é problema (aliás é o correto), o pior é amplificador fraco que distorce em altos volumes. A distorção aquece as bobinas e queima fácil os falantes.
-Para a ligação interna da caixa, use cabos de bitola coerente com a potência do falante.
-Não coloque nada no duto que interrompa a passagem do ar, nem mesmo telas. Não deixe também material absorvente próximo a extremidade interna do duto, nem em seu interior.
Se você se interessa por estes assuntos e caso queira se aprofundar mais nesta área fascinante que inclui até mesmo conhecimentos de psico-acústica, recomendo que consulte estas referências e endereços web abaixo. Selecionei os melhores sites sobre o assunto para que aqui você não fique sem respostas. Prepare um lanche, acomode-se e navegue:
Ao selecionar um alto falante para sua caixa de som, lembre-se: alto-falante não tem potencia. Ele suporta potência. Alto falante é um componente passivo, que transforma energia. Um alto falante de 120W RMS suporta eletricamente 120W sem queimar, porém, se o amplificador for de apenas 50W, tocará igual a outro alto-falante de paramentros similares, ligado no mesmo amplificador. Isto sem contar que tem muita perda no caminho antes de virar som.
Com relação aos valores de potência, o leitor já deve ter se deparado com números assustadores e não coerentes. Por exemplo, um aparelho tres-em-um a venda no supermercado tem uma etiqueta que diz possuir 4000 Watts de potência. Será verdade? Isso seria admitir que este aparelho consome tanta energia quanto um chuveiro elétrico. O que acontece nestes casos é a unidade de medida que o fabricante utilizou. Na maioria das vezes, potência PMPO, ou seja, uma forma de medir a potência máxima que o aparelho pode gerar, mesmo que seja por um instante mínimo de tempo, até menor que centésimos de segundo. Como não há padronização para esta medida, o próprio fabricante definie como fazer a medição da potência PMPO. Isto trata-se de uma jogada de “marketing” para impressionar o cliente.
Qual a potência do alto falante que devo considerar?
A medição de potência padronizada pela ABNT é a que vale. Medida em um período de tempo padronizado onde se possa definir a potência média que foi trabalhada pelo aparelho sem que ocorra sua queima. Esta é a potência RMS ou conhecida como potência real média, esta serve como parâmetro de comparação e deve vir sempre especificada pelo menos no manual do fabricante. Já me deparei com aparelhos que anunciavam 400W na frente de seu painel, mas no manual estava especificada a potência RMS de míseros 6W por canal. Este mesmo raciocínio vale para alto falantes. Nossa referência é potência RMS.
O projeto da caixa de som pode influenciar
Ainda temos um agravante: A potência RMS é a que o alto falante suporta eletricamente. Na maioria das vezes o limite mecânico imposto pelo Xmax ocorre em potências muito inferiores a suportada pelo alto-falante. Isto depende do projeto da caixa e da faixa em que ela irá trabalhar, por isso torna-se importante o cálculo e simulação da caixa antes da compra do alto-falante.Senão você comprará um alto falante de 500W, mas que irá poder funcionar apenas com 100W para não destruir o cone por excesso de excursão.
Em música existe um parâmetro conhecido como dinâmica (ref: 3). Isto é a diferença entre o som mais “fraco” que toca em uma música e o mais “forte”. Qualquer aparelho em volume médio deve conseguir reproduzi-los todos. Vejamos o exemplo de uma típica musica de rock. Se tomarmos somente a variação dinâmica entre o volume médio normal no decorrer da música e os momentos de pico, encontraremos uma variação de 12dB, isto chama-se fator de crista (ref: 6). Agora vejamos, se o sujeito estiver ouvindo em um volume onde o desenvolvimento normal da música consome 2W do sistema. Quando em uma passagem mais forte da música, como um grito do vocalista ou uma base de guitarra onde atinja 12dB acima do nível médio, veja qual a potência necessária para reproduzi-lo:
Veja que não é todo aparelho que fornece esta potência. Imagine que você estivesse tocando para uma multidão, onde seu sistema já desenvolvia em volume médio de 50W. Se calcular vai ver que necessitaria de 750W nas passagens mais fortes!! Ou ainda, se imagine ouvindo música clássica, onde o fator de crista pode chegar a 30dB.
Quando a potência requerida é maior que a do amplificador, a onda é ceifada e ocorre distorção por saturação do equipamento. A onda perde seu formato, se torna quase quadrada e perde suas informações de timbre. Veja na fig. Acima, a onda ainda dentro dos limites do amplificador e a que excede a potência max. Por aí percebemos que alta potência em um sistema funciona como uma reserva de energia e não para escutar em volume máximo. Exceto se o controle de volume do aparelho já fora projetado pensando isso. A potência PMPO tinha a intenção inicial de especificar a capacidade que certos aparelhos tinham de fornecer alta potência nestes momentos de maior dinâmica, mas como não houve padronização, não serve de comparação hoje.
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