Veja o que acontece quando arte e tecnologia se encontram: Um projeto do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e da UNESCO vai escanear todos os profetas da Obra de Aleijadinho, em Congonhas. O projeto, que tem apoio da iniciativa privada, está sendo executado pelo Grupo Imago, da Universidade Federal do Paraná, que realiza trabalho de imageamento de acervos. Para as esculturas de difícil acesso, será feita utilização de um braço robótico industrial para realizar o escaneamento (devidamente programado para impedir qualquer choque contra a obra). O Objetivo do projeto é não só permitir a visualização das obras em meio digital, mas preservá-las, uma vez que poderão se utilizar dos arquivos digitas de alta resolução para confeção de moldes e réplicas. Os Profetas de Aleijadinho, esculpidos em Pedra sabão sofrem de degradação constante devido a ação de microorganismos e liquens e diversas tentativas de replica-las e substituí-las já foram feitas.
O trabalho está explicado neste excelente artigo diretamente do site da ONU, vale a pena ler: http://www.onu.org.br/profetas-de-aleijadinho-sao-digitalizados-em-congonhas-mg/
Acho bacana esse tipo de vídeo não só pela motivação, mas porque também nos ajuda a perceber que nosso velho modelo de geração de resultados. Este que já tão irraigado na sociedade que é aceito (ou suportado) naturalmente, mesmo quando se torna massante e sem sentido. Mas não é a única saída.
Ah e para quem quiser saber sobre o rapaz citado no vídeo, Willian Kamkwamba, clique aqui
Nestes ultimos anos estamos notando uma rápida reviravolta no mercado automotivo, e os veículos elétricos ou eficientes pequenos de baixa cilindrada, passaram a fazer parte da estratégia de quase todas as montadoras.
O Chevrolet Volt , que na verdade é um híbrido bem resolvido (a exemplo dos veteranos Honda Insigh e Toyota Prius) finalmente foi lançado em 2010 a 37000USD
O Nissan Leaf foi lançado em janeiro. É um 100% elétrico com autonomia de 160km e custa 25000USD lá nos EUA.
Interessante notar que a estigma de carro futirista de design esquisitão não existe mais. Os veículos elétricos de hoje são carros comuns, de ótimo design, que se integram ao transito. Competem em pé de igualdade com carros top para o padrão brasileiro. Possuem air bag, ABS, Ar condicionado (que inclusive pode ser acionado via SMS antes de você chegar ao veículo – vantagem do Leaf por ser 100% eletrico), e recarga das baterias na frenagem.
Não dá mais para negar o tamanho do mercado que se forma. Apesar de todas as incoveniências que alguêm pode encontrar no uso de veículos elétricos ou hibridos, eles estão chegando forte. A Hyundai anunciou que irá investir no Brasil na construção de uma nova sede, com autonomia para desenvolvimento de produtos, o que com certeza inclui modelos elétricos.
Resta saber quando as nacionais irão começar a investir nos seus projetos. Serão que vão esperar os chineses chegar?
De frente às atuais demandas do mundo, torna-se quase um dever cívico conceber novos produtos que sejam sustentáveis. Manter a mente aberta a todo tempo para quebrar velhos paradigmas e inovar pode ser a saída para muitas das mazelas atuais.
É bem verdade que era para ter sido sempre assim. Mas o que não foi feito no passado, agora recai como nossa responsabilidade. Precisamos buscar sustentabilidade em nossas ações. Mas ser sustentável não quer dizer apenas ser ecológico.
É na realidade a capacidade de controlar e eliminar os impactos em toda cadeia produtiva de um carro por exemplo. Da retirada da materia prima até o descarte do produto, pensar em : Impactos, sociais, ambientais e econômicos.
Porém o que sabemos mesmo é que a atual conjuntura economica do planeta, torna esse conceito quase impraticável, mas é uma mudança que já está ocorrendo. Parte da nossa vontade de mudar e da satisfação de estar fazendo algo com potencial de ajudar a todos.
Ao deparar com o artigo do site Inovação Tecnológica “Reciclagem de telas LCD produz material para uso médico“, lembrei-me de uma questão que nem sempre nos tocamos: Lixo devido ao descarte dos nossos dispositivos eletronicos (e-lixo) é uma das principais preocupações ambientais da atualidade. Porque? seguem alguns fatos:
Por Marco Antônio Soalheiro, da Agência Brasil
21/07/2009 – 01h07
Brasília – A Justiça Federal em Marabá, no sudeste do Pará, decidiu obrigar proprietários rurais da região a aderirem à política do desmatamento zero, por meio da qual os fazendeiros terão que fazer a regularização ambiental e fundiária dos imóveis em prazos até mais rígidos que os sugeridos pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA).
O transito de Belo Horizonte pode parar em 15 anos, segundo notícia divuldada pela rádio CBN.
Segundo informações fornecidas pelo Detran, A atual taxa de crescimento da frota de veículos (já são 30.000 novos carros só este ano, sem substituição da frota antiga) a cidade encontrará sérios problemas dentro dos próximos anos. Quem é “belohorizontino” já sente na pele como estão se complicando as coisas por aqui. Mesmo reconhecendo que outras capitais como São Paulo por exemplo, convivam com problemas piores, temos que encontrar soluções urgentes. Segundo a CBN, pelo menos Belo Horizonte não tem problemas com transporte de carga pela cidade, ao contrário de SP. Nosso problema é o transporte de pessoas mesmo. Muita gente + transporte público ineficiente = milhares de carros nas ruas.
Quando olhamos para uma construção muitas vezes não lembramos quanto impacto foi gerado para que fosse possível cada metro quadrado de matéria prima alí colocado. Pois perceba: Os tijolos por exemplo, além de degradar grandes áreas para retirada do barro, promovendo assoreamento de rios e erosão , necesssitam ser queimados em fornos. Estima-se que seja necessário queimar 5 árvores para cada mileiro de tijolos (bloco ceramico)